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A Família no Islã (parte 2 de 3): Casamento

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Descrição: Como o casamento está interligado com a fé, ética e moralidade, com evidência da escritura islâmica.

  • Por AbdurRahman Mahdi (IslamReligion.com)
  • Publicado em 04 Jan 2009
  • Última modificação em 22 Jun 2010
  • Impresso: 946
  • Visualizado: 31452 (média diária: 10)
  • Classificação: 5 de 5
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Casamento

“E dentre Seus sinais, está que Ele criou, para vós, mulheres de vós mesmos, para vos tranqüilizardes junto delas.  E Ele colocou amor e misericórdia entre vossos corações.  Por certo, nisso há sinais para aqueles que refletem.” (Alcorão 30:21)

O casamento é a mais antiga das instituições humanas.  O casamento passou a existir com a criação do primeiro homem e mulher: Adão e Eva.  Todos os profetas desde então foram enviados como exemplos para suas comunidades, e todo Profeta, do primeiro ao último, defendeu a instituição do casamento como expressão divinamente sancionada de companheirismo heterossexual.[1]  Mesmo hoje, ainda é considerado mais correto e adequado que os casais se introduzam como “minha esposa” ou “meu marido” ao invés de “meu amante” ou “meu parceiro”.  Porque é através do casamento que homens e mulheres satisfazem licitamente seus desejos carnais, seus instintos por amor, carência, companheirismo, intimidade sexual, e assim por diante.

“...Elas (suas esposas, Ó homens) são uma vestimenta para vós e vós (homens) sois uma vestimenta para elas...”  (Alcorão 2:187)

Com o passar do tempo, alguns grupos passaram a adotar crenças extremas sobre o sexo oposto e a sexualidade.  As mulheres, em particular, eram consideradas maléficas por muitos homens religiosos, e assim o contato com elas tinha que ser mínimo.  Dessa forma, o monasticismo, com uma vida de abstenção e celibato, foi inventado por aqueles que queriam o que eles consideravam uma alternativa virtuosa ao casamento e uma vida mais religiosa.

“Então, enviamos depois deles, Nossos Mensageiros, e enviamos Jesus, o filho de Maria, e lhe concedemos o Evangelho.  E ordenamos nos corações daqueles que o seguiram, compaixão e misericórdia.  Mas o monasticismo eles inventaram para si próprios; Nós não lhes prescrevemos, mas eles o fizeram em busca do agrado de Deus; mas não o respeitaram como deveria ser respeitado.   Então, concedemos aos que creram dentre eles, sua recompensa devida, mas muitos deles foram pecadores rebeldes.” (Alcorão 57:27)

A única família que os monges conheceria (cristão, budista ou outro) seria seus companheiros monges no monastério ou templo.  No caso do Cristianismo, não apenas homens, mas também mulheres, podiam alcançar níveis de piedade se tornando freiras, ou “noivas de Cristo”.  Essa situação antinatural com freqüência  tem levado a muitos vícios sociais, como abuso de crianças, homossexualidade e relações sexuais ilícitas acontecendo entre os enclausurados – todos os quais considerados pecados criminais.  Aqueles muçulmanos heréticos que seguiram a prática não-islâmica de abstenção e eremitério, ou que ao menos alegaram que tinham adotado um caminho mais virtuoso para Deus do que os dos próprios Profetas, da mesma forma sucumbiram a esses mesmos vícios e a um nível igualmente escandaloso.

O Profeta Muhammad em sua própria vida deixou claro os seus sentimentos em relação à sugestão de que o casamento poderia ser um obstáculo para a proximidade com Deus.  Uma vez, um homem veio até o Profeta para fazer um voto de que ele não teria nada com mulheres, ou seja, nunca se casaria.  O Profeta respondeu declarando austeramente:

“Por Deus!  Eu temo mais a Deus que você!  Ainda assim... eu me caso!  Quem quer que se afaste da minha sunnah (caminho inspirado) não é de mim (isso é, não é um verdadeiro crente)."

“Dize, (às pessoas) Muhammad: ‘Se amais a Deus, então segui-me, Deus vos amará e vos perdoará os pecados.  E Deus é Perdoador, Misericordioso.’” (Alcorão 3:31)

Na realidade, longe de ver o casamento como mau para a fé de alguém, os muçulmanos consideram o casamento como parte integrante de sua devoção religiosa.  Como mencionado antes, o Profeta Muhammad declarou explicitamente que o casamento é metade da Religião (do Islã).  Em outras palavras, talvez metade de todas as virtudes islâmicas, como fidelidade, castidade, caridade, generosidade, tolerância, gentileza, empenho, paciência, amor, empatia, compaixão, cuidado, aprendizado, ensinamento, confiabilidade, coragem, misericórdia, resignação, perdão, etc., encontrem sua expressão natural através da vida de casados.  Dessa forma, no Islã, ter consciência de Deus e bom caráter supostamente são o critério principal que uma pessoa procura em seu futuro parceiro ou parceira no casamento.  O Profeta Muhammad disse:

“Se casa com uma mulher por uma das quatro razões: sua riqueza, seu status, sua beleza e sua devoção religiosa.  Então case com a mulher religiosa, porque de outra forma será um perdedor.” (Saheeh Al-Bukhari)

Indubitavelmente, a decadência e moléstia social que predomina em muitas partes do mundo não-muçulmano também encontram expressão em algumas partes do mundo muçulmano.  Apesar disso, a promiscuidade, fornicação e adultério continuam sendo muito condenados em todas as sociedades islâmicas e ainda não foram descriminalizados ao nível de meras questões triviais.  De fato, os muçulmanos ainda reconhecem e admitem a grande capacidade de destruição que relacionamentos pré e extra conjugais têm nas comunidades.  O Alcorão deixa claro que a mera acusação de impropriedades carrega conseqüências muito severas nessa vida e na próxima.

“E aqueles que acusam mulheres castas e não produzem quatro testemunhas (para provar sua acusação sem sombra de dúvidas), açoitai-os com oitenta chibatadas e jamais lhes aceiteis testemunho algum; porque eles são os verdadeiros pecadores.” (Alcorão 24:4)

“Por certo, os que acusam de adultério as mulheres castas, inocentes, crentes, são amaldiçoados nesse mundo e no próximo.  E para eles haverá um grande castigo.” (Alcorão 24:23)

Ironicamente, embora as mulheres solteiras sejam talvez as que mais sofram as conseqüências de relacionamentos promíscuos, algumas das vozes mais radicais do movimento feminista clamam pela abolição da instituição do casamento.  Sheila Cronin do movimento, NOW, falando a partir da perspectiva limitada de uma feminista extremista, cuja sociedade está oscilando com o fracasso do casamento ocidental tradicional em garantir às mulheres segurança, proteção de doenças sexualmente transmissíveis e muitos outros problemas e abusos, opinou: “Uma vez que o casamento se constitui em escravidão para as mulheres, está claro que o movimento das mulheres deve se concentrar no ataque a essa instituição.  A liberdade para as mulheres não pode ser conquistada sem a abolição do casamento.”

O casamento no Islã, entretanto, ou melhor dizendo, o casamento de acordo com o Islã, é em si um veículo para assegurar liberdade para as mulheres.   Não existe maior exemplo de casamento islâmico perfeito do que o do Profeta Muhammad, que disse a seus seguidores: “O melhor de vocês é aquele que trata melhor suas mulheres.  E eu sou o melhor para minhas mulheres.”[2]  A amada esposa do Profeta, Aisha, atestou a liberdade que o tratamento de seu marido a proporcionava quando ela disse:

“Ele sempre ajudava no trabalho doméstico e às vezes remendava suas roupas, consertava seus sapatos e varria o chão.  Ele tirava leite, amarrava e alimentava seus animais e fazia as tarefas domésticas.” (Saheeh Al-Bukhari)

“Por certo há no Mensageiro de Deus um excelente exemplo a seguir para quem espera em Deus e no Último Dia e relembra muito de Deus.” (Alcorão 33:21)



Footnotes:

Independentemente ou não desses Profetas serem eles mesmos casados: Jesus, por exemplo, ascendeu aos céus como um homem solteiro.  Entretanto, os muçulmanos acreditam que ele retornará à terra antes do Fim dos Tempos em uma segunda vinda quando ele reinará supremo, um marido e pai como qualquer outro homem de família.  Portanto, a controvérsia recente relacionada às alegações fictícias do Código da Vinci de que Jesus se casou e teve filhos não são blasfemas no sentido de sugerirem que o Messias era um homem comum, mas são meramente prematuras.

[2] Narrado em Al-Tirmidhi.

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