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A História de Moisés (parte 10 de 12): Os Dez Mandamentos

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Descrição: O profeta Moisés liderou seu povo, os filhos de Israel, para fora do Egito.

  • Por Aisha Stacey (© 2012 IslamReligion.com)
  • Publicado em 07 May 2012
  • Última modificação em 07 May 2012
  • Impresso: 1073
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Partiram sob a escuridão da noite e carregando seus escassos bens, cruzaram o deserto em direção ao Mar Vermelho.  Quando alcançaram o mar, o exército do faraó os perseguia de perto e o povo de Moisés podia ver a poeira levantada pelo exército que se aproximava.  Olharam para o mar à frente e se sentiram encurralados.  Pela vontade e permissão de Deus, Moisés bateu no mar com seu cajado e o mar se partiu, revelando um caminho.  Os filhos de Israel cruzaram o leito do mar. Quando a última pessoa tinha cruzado a salvo, o mar voltou ao seu lugar e afogou o exército do Egito, incluindo o tirânico faraó.

Os filhos de Israel foram um povo oprimido e humilhado por um longo período.  Várias gerações tinham vivido sob o jugo do faraó.  Tinham se tornado um povo beligerante.  Sempre esperavam o pior.  Sempre ansiando por uma fatia das coisas boas desse mundo.  Seus sensos de honra e autoconfiança tinham se erodido.  Durante sua jornada para fora do Egito até a terra prometida, houve grande oportunidade para suas falhas de caráter se tornarem óbvias.  Os filhos de Israel eram ingratos a Deus, apesar de Seu cuidado e atenção com eles.  Eram incapazes de se comportar de forma submissa e aceitar a vontade de Deus.

Quando os filhos de Israel encontraram um povo que adorava ídolos, sua ânsia em ser como aquele povo que parecia feliz se manifestou e pediram a Moisés permissão para terem um ídolo, esquecendo completamente os milagres de Deus que tinham acabado de testemunhar.  Quando Deus os proveu com alimento delicioso que até então era desconhecido para eles, reclamaram, querendo o alimento inferior ao qual estavam acostumados.  Quando Moisés os orientou a marcharem para uma cidade e derrubarem os cananitas eles se recusaram, em maior parte por medo e, assim, desobedeceram ao comando de Deus.  Ibn Kathir narra que Moisés foi capaz de encontrar somente dois homens dispostos a lutar.

“(Moisés) disse: Ó Senhor meu, somente posso ter controle sobre mim e sobre o meu irmão. Separa-nos, pois, dos depravados. Então (Deus) lhe disse: Está-lhes-á proibida a entrada (na terra Sagrada). Durante quarenta anos andarão errantes, pela terra. Não te mortifiques pela gente depravada.” (Alcorão 5:25-26)

Os “dias de perambulação” começaram.  Cada dia era como o dia anterior.  As pessoas viajavam sem nenhum destino em mente.  Finalmente entraram no Sinai; Moisés o reconheceu como o lugar onde tinha falado com Deus antes de sua grande jornada no Egito ter começado. Deus ordenou a Moisés jejuar, como purificação, por quarenta dias e então acrescentou mais dez dias.  Depois de o jejum ter sido concluído, Moisés estava pronto mais uma vez para se comunicar com Deus.

“Ordenamos a Moisés trinta noites (de solidão), as quais aumentamos de outras dez, de maneira que o tempo fixado por seu Senhor foi, no total, de quarenta noites. E Moisés disse ao seu irmão Aarão: Substitui-me, ante meu povo; age de modo correto e não sigas a senda dos depravados. E quando Moisés chegou ao lugar que lhe foi designado, o seu Senhor lhe falou, orou assim: ó Senhor meu, permite-me que Te contemple! Respondeu-lhe: Nunca poderás ver-Me! Porém, olha o monte e, se ele permanecer em seu lugar, então Me verás! Porém, quando a majestade do seu Senhor resplandeceu sobre o Monte, este se reduziu a pé e Moisés caiu esvanecido. E quando voltou a si, disse: Glorificado sejas! Volto a Ti contrito, e sou o primeiro dos crentes! Disse-lhe: Ó Moisés, tenho-te preferido aos (outros) homens, revelando-te as Minhas mensagens e as Minhas palavras! Recebe, pois, o que te tenho concedido, e sê um dos agradecidos!” (Alcorão 7:142-144)

Deus deu a Moisés duas tabuletas de pedra, sobre as quais estavam os Dez Mandamentos.  Esses mandamentos formam a base da lei judaica, o Torá, e são os padrões de moralidade ainda estabelecidos pelas igrejas cristãs.  Ibn Kathir e os primeiros sábios do Islã afirma que os Dez Mandamentos são reiterados em dois versículos do Alcorão.

“Dize (ainda mais): Vinde, para que eu vos prescreva o que vosso Senhor vos vedou: Não Lhe atribuais parceiros; tratai com benevolência vossos pais; não sejais filicidas, por temor á miséria- Nós vos sustentaremos, tão bem quanto aos vossos filhos -; não vos aproximeis das obscenidades, tanto pública, como privadamente, e não mateis, senão legitimamente, o que Deus proibiu matar. Eis o que Ele vos prescreve, para que raciocineis. Não disponhais do patrimônio do órfão senão da melhor forma possível, até que chegue á puberdade; sede leais na medida e no peso- jamais destinamos a ninguém carga maios á que pode suportar. Quando sentenciardes, sede justos, ainda que se trate de um parente carnal, e cumpri os vossos compromissos para com Deus. Eis aqui o que Ele vos prescreve, para que mediteis.” (Alcorão 6:151-152)

Moisés tinha estado ausente para quarenta dias.  Seu povo tinha se tornado impaciente e eram como crianças, reclamando e agindo de forma impulsiva.  Ibn Kathir descreve sua queda no pecado imperdoável da idolatria.  “As-Samiri, um homem que era inclinado ao mal, sugeriu que encontrassem um novo guia, já que Moisés tinha quebrado sua promessa.” Disse a eles: “Para encontrar orientação verdadeira, é necessário um deus e eu fornecerei um a vocês.” Então, coletou todas as joias de ouro deles e as derreteu.  Durante a fundição jogou um punhado de pó, agindo como um mago para impressionar os ignorantes.  Do metal fundido, ele esculpiu um bezerro de ouro.  Era oco e quando o vento passava através dele, produzia um som.”

Era como se tivessem tido sucesso em fazerem um deus vivo.  O irmão de Moisés, Aarão, tinha ficado com medo de enfrentar o povo, mas quando viu o ídolo percebeu que grave pecado estava sendo cometido, ele se manifestou.  Lembrou ao povo para adorar somente a Deus e alertou-os das graves consequências de suas ações, tanto de Moisés em seu retorno quando do próprio Deus.   Aqueles que permanecerem fiéis à crença no Deus Único se separaram dos idólatras.  Quando Moisés retornou ao seu povo os viu cantando e dançando ao redor do bezerro de ouro.  Estava furioso.

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