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A História do Alcorão (parte 4 de 4): No Passado, Hoje e para Sempre

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Descrição: A origem do Alcorão que temos em nossas mãos hoje.

  • Por Aisha Stacey (© 2012 IslamReligion.com)
  • Publicado em 25 Jun 2012
  • Última modificação em 25 Jun 2012
  • Impresso: 9481
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Quando o Alcorão foi revelado ao profeta Muhammad pelo anjo Gabriel, foi revelado em sete dialetos[1] árabes. Portanto, quando companheiros diferentes recitavam, havia algumas ligeiras diferenças na pronúncia.  Enquanto o profeta Muhammad estava vivo, ele foi capaz de esclarecer e resolver quaisquer disputas relacionadas à pronúncia.

Nas tradições do profeta Muhammad Umar Ibn Al Khattab narra um caso que claramente mostra como as pessoas ao redor do profeta eram ansiosas para preservar a autenticidade do Alcorão e que o profeta Muhammad, que a misericórdia e bênçãos de Deus estejam sobre ele, foi capaz de mediar quaisquer disputas.  Ele diz:

Ouvi Hisham bin Hakim recitar de uma forma diferente da minha.  Consequentemente, estava prestes a discordar com ele (durante a oração), mas esperei até que ele terminasse. Então, levei-o ao mensageiro de Deus e disse: “O ouvi recitar de uma forma diferente daquele que me ensinou.” O profeta ordenou-me que eu o soltasse e pediu a Hisham que recitasse.  Quando ele recitou, o mensageiro de Deus disse: “Foi revelado nessa maneira.” Então me pediu que recitasse os mesmos versículos.  Quando recitei, disse: “Foi revelado nessa maneira. O Alcorão foi revelado em sete maneiras diferentes. Então, recite-o na maneira que for mais fácil para você.”

Após a morte do profeta Muhammad, centenas de milhares de não-árabes se converteram ao Islã.  Quando Uthman Ibn Affan era o líder da nação islâmica o Alcorão era recitado com muitas pronúncias e dialetos diferentes.  Muitas pessoas, especialmente aquelas novas no Islã, estavam ficando confusas e alguns dos companheiros do profeta Muhammad começaram a temer que a autenticidade do Alcorão fosse comprometida.

Durante uma viagem um dos companheiros do profeta Muhammad notou que havia muitas recitações diferentes do Alcorão no califado islâmico.  Sugeriu a Uthman que houvesse uma versão oficial recitada no dialeto da tribo dos coraixitas e escrita no estilo usado na cidade de Medina.  Todos os dialetos da língua árabe eram conhecidos por sua eloquência, mas o dialeto coraixita era considerado o mais expressivo e articulado e, ao longo de gerações, passou a ser conhecido como o dialeto do Alcorão. 

Uthman Ibn Affan sabia o Alcorão de cor e tinha profundo conhecimento do contexto e circunstâncias relacionados a cada versículo e, portanto, era uma pessoa adequada para supervisionar a padronização do Alcorão.  Como sabemos, o Alcorão tinha sido compilado durante a época de Abu Bakr e mantido sob a guarda a filha de Umar Ibn Al Khattab e esposa do profeta, Hafsah. Uthman pediu a Hafsah e ficou de posse do Mushaf original.  As tradições autênticas do profeta Muhammad relatam o evento:

Hudhaifah foi até Uthman na época em que as pessoas da Síria e do Iraque estavam em guerra com a Armênia e o Azerbaijão.  Estava alarmado por suas (do povo da Síria e Iraque) diferenças na recitação e então disse a Uthman: “Ó líder dos crentes! Salve essa nação antes que disputem sobre o Alcorão como os judeus e os cristãos disputaram sobre seus livros.” Assim, Uthman enviou uma mensagem a Hafsah dizendo: “Envie-nos o manuscrito para que possamos fazer cópias e depois retornaremos o manuscrito a você.” [2]

Mais uma vez os líderes do califado islâmico e os homens e mulheres companheiros do profeta fizeram grandes esforços para preservar as palavras de Deus e permanecerem fiéis à Mensagem.  Uthman ordenou a alguns dos companheiros mais confiáveis, incluindo Zaid Ibn Tabit pela segunda vez, que fizessem cópias cuidadosas do Mushaf dizendo: “caso discordem, copiem no dialeto dos coraixitas.” [3]

O manuscrito original foi enviado de volta para Hafsah e Uthman então ordenou que todas as outras cópias não oficiais fossem queimadas ou destruídas.  Dessa forma foi encerrada a disputa e os muçulmanos ficaram unidos.   O Alcorão de Uthman é o Mushaf usado por mais de 1,2 bilhões de muçulmanos em todo o mundo hoje.  O Alcorão permaneceu preservado de geração a geração. Cada Mushaf é uma cópia exata do original.

“Nós revelamos a Mensagem e somos o Seu Preservador.” (Alcorão 15:9)

Não se sabe exatamente quantas cópias foram feitas por Uthman, mas muitos acreditam que tenham sido cinco, sem incluir sua própria cópia.  Cada uma das cidades de Meca, Medina, Damasco, Kufa e Basra recebeu uma cópia.  Na literatura islâmica primitiva são feitas referências a essas cópias e acredita-se que as cópias originais existam até hoje na Turquia e Uzbequistão.

Ibn Batuta, no século 14 E.C disse que tinha visto cópias ou folhas das cópias do Alcorão preparado no governo de Uthman em Granada, Marrakesh, Basra e outras cidades.  Ibn Kathir relatou que tinha visto uma cópia do Alcorão de Uthman, trazida de Damasco para a Palestina.  Disse que era “muito grande, em escrita clara, firme e bela com tinta forte em pergaminho, penso, feito de couro de camelo.” [4] Ibn Jubair disse que viu um manuscrito de Uthman na mesquita de Medina no ano 1184 EC.  Alguns dizem que permaneceu em Medina até que os turcos o removeram durante a 2ª Guerra. O Tratado de Versalhes contém a seguinte cláusula:

Artigo 246: Dentro de seis meses da entrada em vigor do presente tratado, a Alemanha devolverá à Sua Majestade, rei do Hedjaz, o Alcorão original do califa Uthman, que foi removido de Medina pelas autoridades turcas e que se afirmou ter sido apresentado ao ex-imperador William II.”[5]

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                                                                                                       



Footnotes:

[1] Saheeh Al-Bukhari, Saheeh Muslim

[2] Saheeh Al-Bukhari

[3] Ibid.

[4] Ulum Al-Quran: An Introduction to the Sciences of the Quran (Ulum Al-Quran: Uma Introdução às Ciências do Alcorão, em tradução livre), Ahmad Von Denffer, Islamic Foundation, Reino Unido.

[5] Major Peace Treaties of Modern History (Principais Tratados de Paz da História Moderna, em tradução livre), Nova Iorque, Chelsea House Publishers.

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