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A História do Alcorão (parte 1 de 4): Revelação Final de Deus

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  • Por Aisha Stacey (© 2012 IslamReligion.com)
  • Publicado em 11 Jun 2012
  • Última modificação em 11 Jun 2012
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Os muçulmanos acreditam que o Alcorão seja a revelação final de Deus.  Acreditam que é a palavra literal de Deus, revelada ao longo de muitos anos, para Seu mensageiro final, Muhammad, que a misericórdia e bênçãos de Deus estejam sobre ele.  O Alcorão é cheio de sabedoria.  Cheio da maravilha e glória de Deus e um testamento à Sua misericórdia e justiça.  Não é um livro de história, de contos ou científico, embora contenha todos esses gêneros.  O Alcorão é a maior dádiva de Deus para a humanidade - é um livro como nenhum outro.  No segundo versículo do segundo capítulo do Alcorão, Deus descreve o Alcorão chamando-o de um livro no qual não há dúvidas, uma orientação para aqueles que são devotos, virtuosos e temem a Deus.  (Alcorão 2:2)

O Alcorão é fundamental para o Islã.  Acreditar nele é um requisito.  Quem não acredita no Alcorão, em sua totalidade, não pode alegar que é um muçulmano.

 “O Mensageiro crê no que foi revelado por seu Senhor e todos os crentes crêem em Deus, em Seus anjos, em Seus Livros e em Seus mensageiros. Nós não fazemos distinção entre os Seus mensageiros. Disseram: Escutamos e obedecemos. Só anelamos a Tua indulgência, ó Senhor nosso! A Ti será o retorno!” (Alcorão 2:285)

      O Islã tem duas fontes primárias, o Alcorão e as tradições autênticas do profeta Muhammad, que explicam e às vezes expandem o que está no Alcorão.  

 “Só te revelamos o Livro, para que elucides as discórdias e para que seja orientação e misericórdia para os que crêem.” (Alcorão 16:64)

O Alcorão foi transmitido ao profeta Muhammad pelo anjo Gabriel e revelado em etapas por um período de 23 anos.

 “É um Alcorão que dividimos em partes, para que o recites paulatinamente aos humanos, e que revelamos por etapas.” (Alcorão 17:106)

 O profeta Muhammad foi ordenado por Deus a transmitir o Alcorão para toda a humanidade e a responsabilidade foi um peso muito grande sobre ele.  Até em seu sermão de despedida ele conclamou as pessoas presentes a testemunharem que tinha transmitido a mensagem.

O Alcorão explica o conceito de Deus, explica em detalhes o que é permissível e o que é proibido, explica o básico de boas maneiras e moral e fornece normas sobre adoração.  Conta histórias sobre os profetas e nossos predecessores virtuosos e descreve o paraíso e o inferno.  O Alcorão foi revelado para toda a humanidade.

O livro no qual o Alcorão (as palavras de Deus) está contido é chamado um mushaf.  O Alcorão é considerado tão único em conteúdo e estilo que não pode ser traduzido; portanto, qualquer tradução é considerada uma interpretação dos significados do Alcorão.

Quando Deus enviou profetas para as várias nações, geralmente permitiu que realizassem milagres relevantes para sua época e lugar em particular.  Na época de Moisés, mágica e feitiçaria eram prevalentes e, portanto, os milagres de Moisés apelaram ao povo para o qual foi enviado.  Na época do Muhammad os árabes, embora predominantemente iletrados, eram mestres do discurso oral.  Sua poesia e prosa eram consideradas notáveis e um modelo de excelência literária.

      Quando o profeta Muhammad recitou o Alcorão - as palavras de Deus - os árabes foram tremendamente tocados por seu tom sublime e beleza extraordinária.  O Alcorão foi o milagre de Deus para o profeta Muhammad.  Muhammad era incapaz de ler ou escrever, portanto, os árabes sabiam que era improvável que tivesse produzido aquelas palavras eloquentes, mas ainda assim se recusaram a acreditar que o Alcorão fosse a palavra de Deus.  Deus então os desafiou, no Alcorão, a produzirem um texto rival.  

“E se tendes dúvidas a respeito do que revelamos ao Nosso servo (Muhammad), componde uma surata semelhante a dele (o Alcorão), e apresentai as vossas testemunhas, independentemente de Deus, se estiverdes certos.” (Alcorão 2:23)

Claro que não foram capazes de fazê-lo.  Em contraste com os que questionaram a origem do Alcorão, muitos árabes se converteram ao Islã após ouvirem a recitação.  Souberam imediatamente que aquela beleza sublime só podia se originar de Deus.  Mesmo hoje é possível ver muçulmanos comovidos até as lágrimas enquanto ouvem ou recitam o Alcorão.  De fato, algumas pessoas, incapazes de compreender uma única palavra da língua árabe, se comovem pela beleza intrínseca do Alcorão.

Depois de estabelecer que o Alcorão é a palavra de Deus e que é uma recitação, também é importante compreender que o Alcorão permaneceu inalterado por mais de 1.400 anos.  Hoje, quando um muçulmano no Egito segura seu mushaf e começa a recitá-lo, esteja certo que nas muito distantes ilhas Fiji outro muçulmano está olhando e recitando as mesmas palavras.  Não existem diferenças.  A criança na França segurando seu primeiro mushaf está tentando recitar as mesmas palavras que fluíram dos lábios do profeta Muhammad.

Deus nos assegura no Alcorão que Ele certamente protegerá Suas palavras.  Ele diz: “Nós revelamos a Mensagem e somos o Seu Preservador.” (Alcorão 15:9). Isso significa que Deus o protegerá contra qualquer parte falsa adicionada ou qualquer parte removida.[1] É protegido de adulteração e se alguém tentar distorcer os significados do Alcorão, Deus guiará alguém para expor a fraude.[2] Os muçulmanos acreditam que as revelações anteriores de Deus, incluindo o Torá e os Evangelhos de Jesus foram perdidos na antiguidade ou mudados e distorcidos, de modo que é uma fonte de conforto para eles saber que as palavras de Deus - o Alcorão - seja agora bem protegido.

Deus enviou o Alcorão dos céus para o anjo Gabriel no glorioso mês de Ramadã.  A história de como essa recitação foi revelada e como o Alcorão se tornou disponível no mundo todo, com uma interpretação dos significados traduzida em mais de 100 idiomas[3], será coberta na parte 2.



Footnotes:

[1] Do Tafseer de Ibn Jareer al-Tabari

[2] Do Tafseer de Al-Sa’di

[3] O Centro de Estudos Africanos na Universidade da Pensilvânia afirma que o Alcorão foi traduzido para 114 idiomas.

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